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Explorar no maior santuário ecológico do planeta, transportar os produtos pelo Rio Solimões até a Refinaria Isaac Sabbá - REMAN as margens do Rio Negro em Manaus, para beneficiar a população do Amazonas.

Em 2003 foi iniciado os projetos para exploração de uma fonte de energia não poluente, segura e mais econômica tanto para a população, quanto para as indústrias que movem a economia do Amazonas.

 

Todo esse processo tornou possível o Gasoduto Coari-Manaus, que ocorreu devido investimentos da Petrobrás, com anos de pesquisa e trabalho dos petroleiros profissionais na Amazônia.

Em junho de 2020, o Sistema Petrobrás anunciou o teaser de venda do Polo de Urucu.

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Do Rio Urucu, parte o gás natural que é conduzido por 32 mil tubos de aço do Gasoduto Coari-Manaus.

 

No meio da floresta Amazônica, o complexo industrial Urucu-Coari tem capacidade de produzir diariamente 60 mil barris de petróleo, 10 milhões de metros cúbicos de gás natural (GN) e 1.500 toneladas de GLP, o gás de cozinha. 

 

O complexo é auto-sustentável: possui uma central termelétrica capaz de produzir energia que movimenta a base e o polo industrial, possui viveiros e mudas para recuperar áreas degradadas e realizar o reflorestamento, uma horta que garante alimentos perecíveis para refeitórios e um Parque de Tratamento de Resíduos que faz reciclagem de material, compostagem, tratamento de água e esgoto e demais ações para não impactar o meio ambiente, garantido um modelo responsável de ocupação da Amazônia.


 

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Mapa: Petrobrás

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Mapa: Petrobrás

O Polo de Urucu é a maior reserva de gás  natural do Brasil. O polo compreende sete campos, que produzem 16 mil barris por dia de óleo e 14 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural e ocupam uma área de 350 quilômetros quadrados (km²).
 

As sete concessões (campos) são: Araracanga, Arara Azul, Carapanaúba, Cupiúba, Leste do Urucu, Rio Urucu, Sudoeste Urucu. Todas estão localizadas nos municípios de Coari e Tefé. As concessões beneficiam diretamente a população locais e também a população dos municípios de  Codajás, Anori, Anamã, Caapiranga, Manacapuru e Iranduba. 

Há mais de 32 anos atuando no meio da floresta Amazônica, a Petrobrás não registrou acidentes ambientais de proporções prejudiciais ao bioma. Com a capacidade elevada de produção e com investimentos da Petrobrás, foi construído o Gasoduto Coari-Manaus, capaz de transportar gás natural por 32 mil tubos de aço, com segurança e confiabilidade.

O Gasoduto Coari-Manaus impactou a economia do Amazonas, que nos anos 2000 já pagava uma das contas de energia elétrica mais cara do país e qual era custeada pela Conta de Consumo de Combustíveis Fosseis (CCC), criada pela então Gestão do Governo Federal para subsidiar a geração de energia. Neste cenário, o Gasoduto Coari-Manaus gerou uma economia de mais de US$ 1 milhão por dia, conforme dados divulgados pela Petrobrás após a construção do gasoduto. 

O gás natural proporcionou também a redução de custo e maior rendimento para proprietários de automóveis, ônibus e veículos de carga, sendo uma fonte de energia limpa e sustentável. 

A construção do gasoduto foi realizado com pesquisas e investimentos tecnológicoss para evitar impacto ambiental, mas também para beneficiar e atender as reivindicações das 127 comunidades e oito cidades locais, conforme o mapa acima. 

A construção dos tubos do trajeto do Gasoduto foram realizadas por fibra óptica, que garante o controle do sistema de segurança do transporte do gás natural.  Os investimentos da Petrobrás, que financiou instituições acadêmicas e de pesquisa para auxiliarem no processo e na atividade-fim, representam uma afirmação de soberania responsável no coração da floresta.

Uma fonte de energia limpa e alto lucro está sendo vendida pela Petrobrás para estrangeiros. 

De acordo com uma reportagem publicada pela revista Veja em agosto de 2020, a Petrobrás recebeu 30 propostas de empresas estrangeiras para a compra do Polo de Urucu, propostas de empresas diferentes das empresas que apresentaram proposta de compra para a REMAN.

Se não fosse lucrativo, como diz o governo federal, por que existe tanto interesse de empresas privadas e estrangeiras?

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Após ser extraído do solo amazônico, percorrer 700 quilômetros rio abaixo e ser distribuído por 3,86 milhões de quilômetros quadrados, o produto de Urucu se transforma na energia para o consumidor. 

Um trabalho que move o Polo de Urucu e a Refinaria de Manaus - REMAN com grande responsabilidade social, ambiental e econômica. Todo esse processo do poço ao poste, também movia mais unidades da Petrobrás no Amazonas, que já foram privatizadas, como a TAG, que também causaram grandes impactos nos valores dos produtos para os consumidores.

 

Todo esse processo é transformado na gasolina para o carro, gás de cozinha, gás natural capaz de movimentar ônibus, caminhos e carros com baixo custo e com energia limpa. Além disso, também foi capaz de gerar elétrica para famílias no interior do Amazonas, que viviam com sistemas isolados de energia elétrica.